Nuss...

E eu que achava que Emannuel num tinha coração...shauhsuasha
Falando assim quase senti

Dores...

Tem dor mais gostosa do que a dor de amar? Podem me achar meio masoquista, mas no fundo vão concordar.
A dor do amor é um misto de sentimentos que nos deixa meio confuso sobre o que afinal estamos sentindo. Sabemos apenas que dói.

Pior do que um amor não correspondido é um amor mal cuidado. O amor não correspondido não dá a oportunidade de ambos os envolvidos machucarem-se. O mal cuidado faz isso por prazer. Mas pior, pior mesmo, é o amor divido, aquele em que só um dos envolvidos ama. Ele ama, e esse amor ainda tem que repartir e se doar, por que a outra parte não o faz. Aquela velha história de que quando dois não querem e blá-blá-blá, não passa, realmente, de puro blá-blá-blá... Que ama sabe que é perfeitamente possível amar sozinho, estando-se acompanhado.
Outro mito que existe quando se ama é o do amor próprio. Essa utopia só serve quando estamos sozinhos. Amando ela só serve pra nos maltatar ainda mais. Faz-nos sentir "auto-desamados" se é que isso existe.

Fato é que amar comprovadamente nos deixa bobos. Faz-nos regredir aos tempos infantis, tanto na emoção como na atitude. Faz-nos querer a outra pessoa como uma criança que um doce. E, em caso de negação por parte do detentor da iguaria, faz-nos birrar, gritar, dissimular, chorar, até conseguirmos. E se não conseguirmos, nos frustra completamente ao ponto de causar traumas.

Se amar é sofrer, pessoalmente gosto de amar!

Buracos Negros

Detesto espelhos... Eles pra mim não são confiáveis. Quem me garante que eles falam a verdade sobre mim?
De ontem pra cá, vi três versões de mim mesmo refletidos neles. Mais alto, mais magro, mais forte. Nunca tinha colocado a índole deles a prova, mas depois de ontem, fiquei com um pé atrás.

Espelhos são traiçoeiros e oportunistas. À mulher mostra aquilo que elas querem ver. Aos homens, cuja busca deste recurso é raro, mostra-se como um ótimo auxiliar na atividade de tosa dos pelos faciais, mas apenas.

Pra mim eles deveriam ter o selo do INMETRO. Sei não, eles precisam de um padrão, de uma regulação. Na minha opinião eles estão todos aliados num plano maior pra destruir a humanidade, auxiliando-nos na construção de um mundo de ilusões tão frágil quanto o próprio vidro que dá alma a esse objetos.

É tão chato não podermos olhar nossa própria face sozinhos... Ter que confiar em objetos inanimados não me parece boa idéia. Mas aí surge outra questão. Quem me engana mais? O espelho ou meus olhos que o contemplam? Prefiro nem questionar. Perguntas como essas costumam abrir buracos negros, se não no universo, mas pelo menos na minha cabeça!

Eu não quebrei as pontes com o passado...

Está tudo lá, mais ou menos do jeito que eu deixei...


Só eu quem não estou lá, por que decidi que lá, pelo menos temporariamente, não é meu lugar...

Hoje choro, sinto um aperto no peito ao ver que tudo está acontecendo e eu estou longe...

Juro que eu faria melhor... Mas a distância não deixou.

Fico a pensar o motivo que me fez abandonar tudo, se é realmente forte. O pior é que a resposta pra isso é algo que não quero assumir, ou que tenho medo.

Enquanto isso fico a lamentar.

pra destrair da profundidade filosofik dos posts anteriores,... (eu li)

Fração de Segundo...

A culpa era minha, eu sabia.
Mas não atribuo apenas a mim e aí está o problema...
Nesse jogo de acusações nosso dias sempre ensolarados e recheados de risos e gargalhadas fechavam-se quase que instantaneamente num sombrio e frio entardecer ''desemocionado''.
O que estava acontecendo?
Era tudo o que eu queria saber...
Eu tinha certeza que não sabia, e não sabia se tinha certeza. Eis a raíz do problema... Minha insegurança e temor desconcertaram uma aliança que dantes via como inabalável.
"Tiro trocado não dói!", insistia... Mentira! Em mim estava doendo, e muito.
O solo sob meus pés sumiu. O céu sobre minha cabeça desabou. Tudo mudou, e um vazio imperava onde então eu avistava meu castelo. Meu mundo despencou.
Foram 22 horas da mais absoluta melancolia. Sem abraços, sem contato, sem as palavras que iluminavam meu dia. Vinte e duas eternas horas.
Tentava me imaginar vivendo num vazio. Não conseguia. O dia continuava frio e nublado. Meu estomago embrulha ao pensar em ter que sobreviver daquele jeito.
Estava de cara com meu maior medo... Estava só!
O celular toca. Em frações de segundo imagino ser a solução, mas logo descarto. "Ainda há solução?" pensava.
Pensei em ignorar a ligação. Meu coração grita para dar uma chance ao telefone. Resolvo ver quem chama. É a pessoa que pode me devolver a alegria. Mas será que esta é a sua intenção nessa ligação? Entro em discussão psicológica sobre atender ou não. Resolvo pressionar o botão verde. E na escuraa e fria tarde ouço aquela voz... E tudo parece quente e insolarado! Meu mundo outrora caído reergue-se na inesperada e incessante repetição de três palavras:
"Eu te amo..."

Hipóteses de Amor



O que é, pois, a sinceridade do amor se não um oceano de possibilidades, das mais turbulentas as mais incrivelmente aspirantes de calmaria? É isso que eu vivo.

Descobri que amar é muito mais fácil do que imaginei, mesmo que, atrelado ao nobre sentimento primordial, meio que implícitamente e por conseguinte, tenhamos o sofrimento, a dor e, acima de tudo, a dependência.

Descobri que esse amor se alimenta do meu sofrimento, e minha felicidade o faz sofrer. A amizade, para mim, sempre foi um sentimento adverso. Eu me encontrava quando a perdia, e me perdia quando a encontrava. E o pior é eu estava consciente de tudo isso, da angústia, da dor que esse sentimento estava (muito embora ainda tenha sensação que está) gerando em mim. Mas hoje sei que é essa angústia e essa dor, contudo, é o que fazem com que eu me sinta vivo.

O que ocorria, na realidade, é que eu precisava de alguém que precisava de mim, mesmo que para me fazer sofrer.

Sozinho não existe dor... Mas não há sentido em nada!


A amizade, e o amor implícito nele, nos deu uma simples, porém crucial questão...

O que preferimos? A dor ou o nada?

Pra viver tudo isso, preferi a dor...

São Luis, 24 de maio de 2010
(a) Emannuel Morais

É Permitido Transgredir!

"O que não é proibido é permitido"

Esta grande frase pronunciada pelo instrutor da auto-escola na qual estou fazendo meu curso de formação de condutores, apesar de bem óbvia (pra não dizer idiota) me fez pensar sobre a permissividade a que o ser humano, por processos sociais, se deixou submeter.

É assutador pensar que mesmo que saiba se ro fato incorreto de se executar, se não "esfregarem" isso na nossa cara, nós o executamos. Atitudes tão simples, mas que preferimos burlar, por ser isto supostamente mais cômodo.

Sinceramente as vezes desconfio desse nosso conceito de comodidade. Acho que o desrespeito as regras está mais intrinsicamente ligado ao prazer de se sentir um infrator do que necessariamente pelas noções do conforto.

Certa vez ouvi de um amigo dizer que o "escondido é mais gostoso". Discordo desta idéia. Não vejo sentido em, por exemplo, amar sem poder assumir ao mundo isso. Acho que isso também parte de opniões individuais. Francamente não vejo graça. Mas o coletivo pensa assim, e a massa é soberana sobre o grão de trigo.

A sociedade já está em processo tão avançado de inversão de valores que faz-se o proibido por questões também de auto-afirmação. Fazer o que não se pode detona no cérebro uma enorme sensação de superioridade e poder sem os quais a humanidade atual não sobreviveria. Talvez aí esteja mais uma ramificação da raiz dos males da humanidade. Talvez este seja dos ramos mais difíceis de cortar.

Quem sabe a partir do momento em que sejamos capazes de perceber que nem tudo que não é proibido seja permitido, possamos enfim romper com o ultimo elo que liga o homo sapiens ao restante dos primatas.

Postulado a cerca da amizade!

Já temo aonde isso vai nos levar. Por mais que eu saiba que de mim mesmo esse "aonde", se comparado ao seu, não chega nem a esquina.

Cá estou eu, contemplando a avidez do mundo em não aceitar que o amor pode ser desprovido de malícias, e que a esse fenômeno damos o nome de amizade.

Amizade, segundo minhas humildes convicções, é um estágio avançado (pra não dizer evoluido) do amor que não se reflete em consequências palpáveis, mas espelha-se na simplicidade dos fatos.

Amizade, portanto, não vincula para si mesmo a fragilidade de um relacionamento amoroso físico, um namoro. A amizade é inquebrável em suas verdades, uma vez que para que ela seja reconhecidamente verdadeira não existe mentira entre os relacionados.

É coletivamente egoísta e "egoistamente" coletiva. Faz tratar a cada amigo como a única pessoa do mundo, mesmo que eles estejam em grupo. É sorrateiramente paternal e escancaradamente parceira. É simplesmente a prática in loco do amor.

Pra onde isso vai nos levar? Não sei. Mas assim vou eu, em minhas incursões por este campo. Vivendo, sorrindo, chorando... Sempre caminhando. Descobrindo, revelando que amo muito mais do que penso que amo. Vivendo o inenarrável amor amigo. Descobrindo (ou deixando que descubram em mim) mas desse amor, que sinceramente, pensava não possuir.

São Luis, 14 de maio de 2010.
(a) Emannuel Morais.

Um Susto

Nunca tive medo do novo... Pelo contrário, ele até me atrái... Sempre me perguntei como seria meu primeiro dia na universidade... Faltando apenas duas semanas para o início das aulas, algumas questões começaram a martelar na minha cabeça, principalmente hoje, que enquanto fazia uma revista em minhas comunidades do orkut, dei uma olhada na comu do meu curso na UFMA... Lendo alguns tópicos antigos, encontrei um sobre o mais recente trote aplicado pelos veteranos nos calouros de 2009.2.... Muita tinta, ovo e amido de milho. Não fiquei com medo, mas confesso que fiquei meio assustado. Nunca fugi de nenhum rito de passagem que se enfrenta na vida. Se esse é mais um, então que venha!

Perguntas..

Estes dias estive me perguntando acerca dos rumos que daria a fatos e caso que me remetiam a minha antiga cidade e vida... Perguntava-me, se valia a pena simplesmente dar um shift+del neles ou, quem sabe, prolongar a vida dos tais por um pouco mais de tempo. A resposta para estas perguntas, confesso, não sei... Mas enquanto não as descubro vou postando aqui o que tenho vontade de falar, mas não tenho ninguém pra ouvir...

ptc

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