Todos nós chegamos, quer queiramos ou não, a um dia em que sentimos uma necessidade terrível de dialogarmos com nós mesmos. Já se vão sete meses que cheguei aos 17 e só agora minha consciência gritou perguntando quem era eu.
Ano que vem terei de ser alguma coisa... Isso dá um frio na espinha por que só agora me dei conta disso. Terei de ser eu. Mas quem sou eu? Essa pergunta chama nos meus ouvidos já alguns dias.
Nas ultimas semanas tive minha paciência, meu caráter, minha competência e principalmente minha personalidade postos a prova... Desde então estou percebendo mudanças de comportamento um tanto quanto involuntárias de minha parte. Obviamente alguns princípios meus continuam inalienáveis, entretanto a forma de encará-los está mudando. O que fazer? Reflexões? Isso demanda tempo e definitivamente o mundo não está me dando isso.
Ano que vem serei aquilo devo ser. Sei que isso não é uma obrigação, mas escolhi assim. Escolhi ter 5 meses para decidir sobre mim. E é isso que tenho.
Fora as pressões que me sufocam, nada me prende a mim mesmo. Posso ser eu. Posso não ser. Mas isso com certeza quem decide é essa mesma mente que se pergunta...
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